Mostrar mensagens com a etiqueta EDUCAÇÃO. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta EDUCAÇÃO. Mostrar todas as mensagens

domingo, 24 de julho de 2011

UMA IDEIA PARA PORTUGAL

Os problemas da escola começam na adaptação de algo que não foi pensado para um mundo em mudança ter que dar respostas diversas, em tempo útil, numa visão de bolsa de valores aos problemas da variação social, do rating político.

Hoje pede-se à escola que ela com a estrutura de menina já muito entrada na idade e de carnes flácidas desfile na passerelle com a elegância duma adolescente.

Tudo cai sobre ela, como se ela fosse a panaceia, tipo fada madrinha, de todas as soluções que a toda a sociedade, no seu conjunto, não dá resposta.

O problema da escola é terem-na tornado uma central de reciclagem social, onde, até o pior lixo social, tem de produzir bons cidadãos!

A utopia  rousseana mal aplicada!

Claro que o problema da escola começa em casa, onde a TV, o Pc e outros artefactos tecnológicos ocupam o tempo das crianças.

Hoje não há tempo para o diálogo. As crianças educam-se pelo diálogo.

A escola é um fermento social, mas se ela é desvalorizada, ostracizada, e os seus agentes apelidados de malandros e incapazes de educar as crianças, muitas delas esclavagistas dos próprios progenitores.

Em casa quem manda deixou de ser o adulto. São os pequenos senhores que tudo dispõem. Tudo é gerido na centralidade dos meninos e os seus caprichos.

Não se pode traumatizar as criancinhas, como se ao longo da vida elas não tivessem que lidar com a frustração e os cortes salariais. Muitos pais  sãos incapazes de dizer não aos caprichos delas… 

Como pode a escola ser um lugar de estima e pedagogia activa?

Como não se consegue transformar o vinagre em vinho, nivelou-se por baixo. Alimentou-se a ilusão que todos podem atingir os patamares mais altos do saber. É tempo de acordar! A escola não pode ignorar o todo em que se insere. Nesse todo há ricos e menos ricos; há trabalhadores e malandros; há pessoas rectas e criminosos. Ela é um espelho da sociedade em que trabalha.

E que diabo!... Então os putos não têm o direito de não querer estar na escola? A liberdade de escolha só cabe aos adultos?

Muitas olham a escola como um lugar de lazer, um recreio que os apartamentos não podem dar.

Avalie-se a escola e os seus agentes, mas antes de tudo avalie-se cada um como cidadão, como pai, como político, como agente de mudança social e cultural.

A escola deve ser lugar de cidadania, lugar de trabalho, lugar de construção dum Portugal melhor.
.


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

CAOS EDUCATIVO OU MUNDO NOVO?

Encontrei isto. Fiquei muito preocupado.
Que novo mundo é este?!

Estaremos esperando uma catástrofe para agirmos?

Meu país não percebeu nada do que se passou na vizinhança europeia e copiou mal o pior que encontrou?

Pagaremos um preço muito alto.

Meu país continua adiado e sem um rumo.

sábado, 20 de junho de 2009

CORAGEM ADIADA?

Meu país,
Onde irás se ninguém quer que te movas?
Adiado é tua sina!
Na educação faz-se reformas, desrespeita-se.
Deseduca-se!
Na justiça faz-se reformas e logo se controla.
Dejusticia-se!
Lança-se grandes obras viárias, aeroportos, TGVês
Discute-se propostas
Nas empresas, mercês!
Terrenos, viabilidades….
Diz-se que é para avançar,
Recua-se!
Vamos criar empregos: 150.000!
Não conheço nenhum.
Vejo advogados recolhendo lixo, licenciados arrumando carros...
E Asnos em ministérios e jobs de favor!

Meu país não é isto!
Meu país continua adiado.
Não há coragem para fazer-se REFORMAS.
Para dizer: - basta de asneira, de favorecimento...
Basta!
Desaparecem dinheiros. Altas somas
O contribuinte paga!
Afinal o que é um milhão!?
As falhas do cidadão são pagas na hora
Preso em cadeias sem condição
Os da alta finança tem Caução
E mansões na prisão.
Meu Portugal tem que navegar!
E ninguém lhe corta as amarras?
Basta!
Este Povo não pode continuar amordaçado
Nas teias do subsídio!
Nas teias da caixa mágica,
Nas migalhas que lhe atiram com desprezo.

Chegou a hora!
Ergue-te das cinzas!
Chegou a hora!
Exerce a tua vontade
E manda este governo embora!
Acaba esta cruz de servidão!

Porque “há sempre uma candeia
Dentro da própria desgraça
Há sempre alguém que semeia
Canções no vento que passa!”


.