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domingo, 13 de março de 2011

EDUCAÇÃO PARA A ESCRAVATURA?




Toda a Educação é política.
Toda a Educação é ideológica.
Toda a Educação tem de ser crítica.


Perdemos o nosso tempo se não aceitarmos este princípio.
Os governantes perceberam finalmente a importância de Educar e o papel dos docentes na libertação intelectual dos alunos, por isso a docência tem sido combatida por todos os regimes, mesmo os ditos democráticos.

A docência exige reflexão, debate, partilha e capacidade de esperara.  Mas quando ao professor se pedem mais tarefas administrativas, mais horas de trabalho rotineiro e menos de traballho partilhado e reflexivo,afastamo-lo do seu verdadeiro papel e  conduzimos as novas gerações para uma sociedade sem horizonte, sem mentes brilhantes, sem visão estratégica ou crítica. Construimos uma juventude que ficará à nora, à rasca e enrascada.

Nunca acreditei que os políticos gostassem de cidadões esclarecidos e críticos.
Eles gostam de asnos e carneiros. Esse tipo de rebanho fácil de conduzir com um pedaço de feno e um punhado de sal.
Os políticos percebem de tudo na área educativa, mas nunca foram docentes, e os que o foram nunca os vi serem louvados publicamente pelos seus alunos.Os políticos nunca podem ser educadores pois vêm duma área onde a Verdade não existe. Aquela actividade vive do simulacro.
Em educação o simulacro é uma arte: o Teatro que tem um tempo definido e contextos específicos.
Quem ama a educação dá e não tira. Dá-se!
Com as novas medidas do Ministério da Deseducação poupa-se muito dinheiro, mas a qualidade educativa não será melhor,  e , mais uma vez, se relegou as artes para as kalendas gregas, como se elas não fossem fundamentais no desenvolvimento integral do cidadão. A política  mundial está construindo um pensamento monolítico, onde novas ideias são castradas e votadas ao desterro.
O que faz uma escola não são os edifícios com todos os apetrechos de ponta, mas as pessoas.
Docentes desmotivados não geram excelência, porque ninguém pode dar o que não tem.
Esta não é uma regra da filosofia, mas da área económica.
Na realidade há toda a classe política mundial que vê a educação como um luxo  e quer votar as novas gerações a uma sofisticada sociedade esclavagista.
 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

BOM SENSO

8V88
Este governo já deu mostras da incapacidade de equilíbrio. Não há muito um ministro dizia: "Jamais!"
Agora temos um que diz: "Para sempre!"
Já todos sabemos dos incapazes que nos governam.
Todos sabemos do incapaz que não dissolveu a A da República.
Mas o pior de tudo é que sabemos que não temos alternativa a estes políticos profissionais que só fazem o País piorar.
É preciso começar do zero. Portugal precisa dum terramoto político!
Ainda se admiram que Salazar fosse eleita a personalidade mais eminente do século passado?!
E não me digam que cada povo tem os políticos que merecem.
O meu Povo merece muito e melhor que aquela cambada de incapazes que aquecem a Assembleia da República, que vertem uma diarreia de legislação inapta, repetitiva e desnecessária.
Portugal deveria ter dez deputados por cada milhão de eleitores, e só deveriam sem deputados aqueles que atingissem os votos respectivos. Os votos nulos e brancos e os  da abstenção não podem eleger nenhum deputado. Porque?  Se os eleitores não encontraram projecto político que os motivasse a ir votar, é porque não querem ser representados.Consideram a política uma área desmotivadora! Menor  de corruptos que sempre escapam ás malhas da Lei!
Os políticos têm de motivar os eleitores, como um docente tem de motivar os seus alunos. a diferença é que os docentes têm de o fazer todos os dias, os deputados de quatro em quatro anos.
Percebem agora o" jamais" e o "para sempre"?
Vivo num país adiado e começo a ficar farto!