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segunda-feira, 24 de março de 2014

A EUROPA QUE NÃO EXISTE

"Ninguém aceitaria uma Europa em que uns poupam para que outros possam gastar”, afirmou o primeiro-ministro, numa referência implícita ao manifesto dos 70 que considera remeter para uma "Europa que não existe, nem existirá e ainda bem". in jornal de negócios
Finalmente uma verdade deste coelho tirado duma cartola.
A Europa nunca existiu como desígnio dos povos que a habitam.
A Europa como Nação ou Estado Federado ou Federação de nações é uma masturbação política.
A Europa ou CE, como lhe chamam uns iluminados de cabeça oca apenas é um mero principio alienado do capital e dos mercados que têm mais dívida do que todo o  dinheiro existente no planeta e no universo!
A Europa como bloco de nações com objetivos comuns, apenas se encontra alinhada num:
A masturbação do deficit.
O resto é paisagem!
Os cidadãos europeus são um mero número, sujeito à canga de alguns que os escravizam  através duma máquina fiscal que tudo devora, como um inverno russo, ou um incêndio em serras de Portugal!
O que nos vale é que os nossos politiqueiros nem sabem o valor dos cortes, pois nem contas sabem fazer, nem percebem o mínimo da gestão da polis!
Gerir um país é antes de mais gerir o seu capital humano e a sua capacidade de superação, nunca a sua capacidade de sofrimento!
O declamador da verdade transcrita tem toda a razão:
Não está certo que o povinho ande a apertar as tripas de fome e o costado preso na canga, para os ministros que tão sabiamente nomeou gastem dinheiro a rodos; o banco de Portugal e a Justiça deixe prescrever coimas e crimes.
O povo não aceitas tanta tesourada  na sua casaca, para depois ver o cortejo de rabos de cardeal levados pelos gestores  ministeriais e seus acólitos, digo, boys, a roçar pelo chão, enquanto o povinho, pata rapada, pés descalços, arraia miúda ajoja pelas noites gélidas de Lisboa e outras cidades, à fome , ao frio, mergulhados na angústia de viver, entre o grito das pedras que de pena se moldam e alisam nas esquinas dos prédios onde pernoitam, escondendo a vergonha da esperança roubada.
Aos politiqueiros de Portugal acuso de roubarem a esperança ao seu povo.
Nenhum tribunal tem capacidade de julgar esse crime porque  não está previsto na Lei!
assim todos se safam, menos o povo que continua escarvo e servil, acreditando que aqueles fatiotas, mal educados que se sentam a parlamentar na casa, dita da democracia, falam ao9  mesmo tempo, interrompem  os sócios da oposição, e depois querem que o povo exerça a soberania, através do simulacro do voto.
A Europa não existe!
A democracia é uma miragem e  um mero simulacro. Os deputados ocupam todos os lugares, mesmo que não tenha votado 40% da população e dizem-se representar quem não lhes deu a procuração.
E chamam a isto democracia representativa?
A democracia, como governo do povo e pelo povo está moribunda ou mesmo morta!
Meu país adiado, quem erguerá a voz da tua musa?

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

O meu Portugal

Portugal é um país adiado. 
Adiado de crises e de soluções. 
Portugal é um país adiado de cidadania, 
É um país europeu por opção dos políticos e não do povo, 
é um país onde se tudo promete e nada se cumpre, 
É um país tão evoluído que precisa de Lei para fazer cumprir a existente. 
Portugal é um país adiado por interesses obscuros, 
Portugal é um país adiado, porque assim interessa aos políticos. 
Portugal é um país por cumprir, vendido em leilão, entregue à banca do dinheiro, 
Entregue aos vendilhões do Templo. 
Quem pegasse num chicote e os mandasse passear!? 
O meu Portugal é tão diferente!... 
Não tem persianas, nem jogadas 
O meu Portugal é límpido como a chuva 
O meu Portugal é meigo como o clima 
O meu Portugal... 
O meu Portugal só precisa de uma coisa: 
Ser um porto que abriga todos os navios e depois não os impede de navegar.