A justiça, finalmente, vai dizer alguma coisa.
Na realidade, aposto que nada vai ser provado. Apenas os bimbos vão ser condenados. Sobre os OUTROS, nada se vai provar, ou se provará apenas crimes menores.
A defesa conseguirá provar que a Casa Pia é uma ficção. O colégio nunca existiu. Os alunos nunca foram molestados, e os nomes envolvidos fazem parte duma trama ficcional de um romance qualquer de um autor menor e desconhecido.
Afinal apenas se ficou pela rama do iceberg. Não existiu Titanic, nem canto de finados. Apenas melopeia encantatória de recurso em recurso...
Ao fim de tantos anos, de tantos recursos e milhões gastos o campus da justiça em Lisboa parirá um rato, e um monte de lixo que atulhará os corredores, onde eficientes formigas brancas farão desaparecer os nomes de arguidos, e os dvd's serão comidos pelos fungos.
Mesmo que se venha a condenar/inocentar alguém a justiça falhou. Porque foi tardia, medrosa, incapaz de lidar com influências e pressões. Incapaz de separar a sua actuação recatada do circo mediático.
A quem interessa esse circo. Aos abusados? Aos arguidos? Não sei. A mim não interessa!
O meu país continua adiado porque não tem JUSTIÇA.
imagem: http://cidadaodomundo.no.sapo.pt/images/IcebergCasaPia.jpg&imgrefurl&esq
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
BARCO SEM TIMONEIRO
Quando a verdade não é conveniente à carreira para quê colocá-la no devido lugar?
Quando a justiça é mais formal que acutilante e incisiva, quando coloca mais ênfase no acessório que no essencial, como acreditar nos seus representantes?
Quando se arranjam prazos apertados para concluir inquéritos, mas se nega os meios para fazê-los, sabendo-se dessa incapacidade, como se pode produzir prova, necessária ao julgamento dos factos?
Há situações em Portugal que se justificava a criação de tribunais específicos para o tratamento desses casos.
Não é justo para o acusado não ser julgado em prazo razoável, nem é justo para a vítima que não se repare a ofensa.
Será que falta lucidez às mentes deste país?
Ou será que já não temos mentes, apenas corpos deambulantes?
Será que já não há homens honrados e verticais nesta Nação?
Que país é este?
Quem nos governa?
Serão aqueles jovens que após o golpe de Abril se tornaram mastros sem bandeira, sem orgulho, sem regras, sem princípios - bom lá devem ter os deles, mas não serão iguais aos da maioria dos portugueses -Jovens que tiveram passagens administrativas nos cursos, que obtiveram graus académicos suspeitos, que boicotaram as aulas nas universidades? Que numa semana eram dum partido e na seguinte eram de outro?
Que fugiram ao serviço militar obrigatório e acabaram com ele?
Minha pátria quem te honrará? Quão poucos juraram servir-te!
Será que alguém é timoneiro deste país?
Dizei-me porque o barco vai encalhar ou desfazer-se nas rochas da ignorância e da irresponsabilidade.
Neste país ninguém é responsável por nada!?
Este país é um lupanar de ladrões?
São estes os valores que queremos deixar às gerações futuras?
Estou farto de ver o meu país ser uma Pátria aldrabada e de futuro adiado.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Quo Vadis Canu!
Não é que na prepraração da visita do Papa a Portugal, o ministro das finanaças, mais conhecido pelo papa euros, propoe mais um imposto aos cidadãos?Não sei em que país vive a classe política, mas não deve ser o país que eu conheço.
Com ordenados de 500€ mensais, não sei donde vai ele tirar mais dinheiro para combater o deficit.
Já alguém pensou o País como uma grande empresa? Os políticos são os gestores. Se cumprem e gerem bem. Óptimo! Se geram mal, são despedidos. Se fazem negócios ruinosos devem ser julgados por gestão danosa de coisa pública. Já algum se sentou no tribunal para responder ao povo pelo estado do País? Nenhum foi até hoje constituido arguido, e os casos de corrupção aparecem todos os dias nas paragonas dos jornais. Temos a melhor justiça do mundo: Arquive-se! Destrua-se as provas.
Nem o fogo da Inquisição destruiu as provas do pior tribunal da História.
Não há fumo sem fogo.
Penso que um cão vadio consegue ser mais correcto que muitos politicamente vestidos de Bosss e Armani.
sábado, 30 de janeiro de 2010
A Dívida da Madeira
Falam que a Madeira é gastadora?!
Sim gasta, mas tem obra feita.
Sr ministro, qual será a dívida maior, a da ilha que também é portuguesa ou o buraco do BPN e BPP, que nem sabe V. Excelência de quem é?
Será bom irmão aquele que dá ao vizinho e deixa o fraterno morrer à míngua?
Culpa um homem de despesista! E que têm os madeirenses a ver com isso? Foi por votarem PSD? Conheceu algum governante que fizesse obra sem dinheiro?
Jardim fez e luta pelos portugueses.
Pergunte a quem vem à Madeira as diferenças que encontra em relação a muitas zonas do país interior. Pergunte ao seu camarada Almeida Santos!
Sabe o ódio é mau conselheiro.
Se tem razões de má governação apresente-as nos locais próprios.
Os madeirenses e os portugueses do rectangulo gostam de cá viver e vir. E aqui são tão portugueses ou mais que aí.
Respeite os Portugueses.
E cumpra o seu dever de equidade!
É para isso que é ministro
O ministro é aquele que está ao serviço dos outros!
A divida da Madeira é tão portuguesa como as contribuições dos madeirenses para pontes e auto-estradas que raramente usam.
Sim gasta, mas tem obra feita.
Sr ministro, qual será a dívida maior, a da ilha que também é portuguesa ou o buraco do BPN e BPP, que nem sabe V. Excelência de quem é?
Será bom irmão aquele que dá ao vizinho e deixa o fraterno morrer à míngua?
Culpa um homem de despesista! E que têm os madeirenses a ver com isso? Foi por votarem PSD? Conheceu algum governante que fizesse obra sem dinheiro?
Jardim fez e luta pelos portugueses.
Pergunte a quem vem à Madeira as diferenças que encontra em relação a muitas zonas do país interior. Pergunte ao seu camarada Almeida Santos!
Sabe o ódio é mau conselheiro.
Se tem razões de má governação apresente-as nos locais próprios.
Os madeirenses e os portugueses do rectangulo gostam de cá viver e vir. E aqui são tão portugueses ou mais que aí.
Respeite os Portugueses.
E cumpra o seu dever de equidade!
É para isso que é ministro
O ministro é aquele que está ao serviço dos outros!
A divida da Madeira é tão portuguesa como as contribuições dos madeirenses para pontes e auto-estradas que raramente usam.
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